II Para Pensar o PET: final de semana de integração e debates

Petianos se reúnem para discutir a trajetória e as funções do Programa de Ensino Tutorial

Da redação SICOM PET, por Nathália Rocha

Mais um final de semana de integração entre PETs. No dia 25 de maio foi realizada a segunda edição do Para Pensar o PET em Araraquara. Tendo como objetivo a integração entre os projetos e a discussão sobre os objetivos e funções do Programa de Ensino Tutorial, a atividade reuniu petianos dos campi da Unesp de Araraquara, Bauru, Ilha Solteira e Rio Claro, e também da UFSCar. Para dar início à atividade, a Professora Edvanda Bonavina da Rosa, tutora do PET Letras, apresentou, na palestra “Trajetória do Programa de Ensino Tutorial”, um pouco da história do PET e de seu desenvolvimento ao longo dos governos pelos quais passou.

Após intervalo para o almoço, foi a vez dos representantes discentes contribuírem para a discussão sobre o projeto. Três grupos de discussão foram realizados com o objetivo de discutir o PET em suas várias instâncias: políticas, estruturais e burocráticas. No GD “Programa de Educação tutorial e suas bases”, o foco foram os três pilares em que o projeto se fundamenta: ensino, pesquisa e extensão. Ainda levando em conta esses pilares, mas também abordando aspectos mais técnicos e objetivos do PET, o segundo GD teve como tema “Síntese dos últimos eventos e portaria 343”. Para tratar da diretriz do PET que lhe permite discutir as questões político-pedagógicas de seus cursos, o terceiro grupo de discussões, “PET e o ensino superior” levantou debates sobre o modo como os petianos podem se posicionar em relação aos problemas estudantis.
Guilherme Rezende, Diretor de Planejamento do CENAPET e membro do PET Administração abordou a importância dos temas levantados no terceiro grupo de discussões e ainda opinou sobre eventos como o Para Pensar o PET. “A maior contribuição deste PPP é a discussão acerca da politização do PET e dos petianos. Há algum tempo as discussões ocorridas nos encontros regionais e no ENAPET tem tido um forte apelo “endógeno”, ou seja, voltadas apenas para o debate dos assuntos pertinentes primordialmente ao PET em sua forma institucional.Não se trata de esquecer estes temas que são de grande importância para a consolidação e expansão do PET, entretanto, considero que precisamos mesclar a discussão de questões institucionais do programa com o debate sobre a educação superior, para montar assim, uma “pauta petiana” que faça a convergência de temas e dilemas que estão no cenário nacional”, completou Guilherme.

Deixe uma resposta